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terça-feira, 24 de agosto de 2010

Le Fantôme de l''Opéra

2081320 “O fantasma da ópera é considerada por muitos uma novela gótica, por combinar romance, horror, ficção, mistério e tragédia. Na novela original de Leroux, a ação desenvolve-se no século XIX, em Paris, na Ópera de Paris, um monumental e luxuoso edifício, construído entre 1857 e 1874, sobre um enorme lençol de água subterrâneo. Os empregados afirmam que a ópera se encontra assombrada por um misterioso fantasma, que causa uma variedade de acidentes. O Fantasma chantageia os dois administradores da Ópera, exigindo que continuem lhe pagando um salário de 20 mil francos mensais e que lhe reservem o camarote número cinco em todas as atuações.

Entretanto, a jovem inexperiente bailarina (e mais tarde cantora) Christine Daaé, acreditando ser guiada por um "Anjo da Música", supostamente enviado pelo seu pai após a sua morte, consegue subitamente alguma proeminência nos palcos da ópera quando é confrontada a substituir Carlotta, a arrogante Diva do espectáculo. Christine conquista os corações da audiência na sua primeira atuação, incluindo o do seu amor de infância e entretanto patrocinador do teatro, Visconde Raoul de Chagny.

Erik, o Fantasma, não gosta da relação entre Christine e Raoul e a leva ao seu "mundo" subterrâneo que Christine considera um lugar frio e sombrio. Ela percebe que o seu "Anjo da Música" é na verdade o Fantasma que aterroriza a ópera. Descobre então que o Fantasma é fisicamente deformado na face, razão pela qual usa uma máscara para esconder a sua "deficiência". Ao olhar para a sua verdadeira imagem, Christine fica chocada. O Fantasma decide prendê-la no seu mundo, e diz que somente a deixará partir se ela prometer não amar ninguém além dele e voltar por vontade própria.
Christine enfrenta uma luta interna entre o seu amor por Raoul e a sua fascinação pelo génio da personagem do Fantasma. Ela decide se casar com Raoul em segredo e fugir de Paris e do alcance do Fantasma. No entanto, o seu plano é descoberto e durante uma atuação da Ópera "Fausto" de Charles Gounod, Christine é raptada do palco e levada para os labirintos embaixo da Ópera. Aí, nos aposentos do Fantasma, ocorre o confronto final entre Christine, o Fantasma e o Visconde Raoul de Chagny, que é levado até lá pelo Persa, através dos subterrâneos da Ópera, passando pela câmara dos súplicios, onde ambos quase acabam por enlouquecer e enforcar-se com o "Pendjab" (espécie de cordão feito de tripas de gato, que o Fantasma usava para matar). Christine é forçada a escolher entre o Fantasma e Raoul. Christine escolhe o Fantasma, com o intuito de salvar as vidas das pessoas da Ópera, pois o Fantasma colocou uma bomba no teatro que detonará se ela escolher ficar com Raoul. Contudo, o Fantasma percebe que não consegue lutar contra o amor dos dois, e deixa-a ir com Raoul. Acaba por falecer meses depois, indo Christine, a pedido deste, sepultá-lo no luonde ele sempre viveu e nunca saiu, os subterrâneos da Ópera.”

N. do E.: Abaixo algumas versões de “Toccata e Fuga” de Johann Sebastian Bach, música que ajudou a criar o clima de suspense, terror e aflição da obra.

Versão clássica: Orgão


Versão alternativa: Violino


Versão alternativa: Acordeon(fantástica)


Versão alternativa: Violão



Fonte do texto: NetSaber

sábado, 13 de fevereiro de 2010

"Impérios de um lobisomem"

Já diz Zé Ramalho: " Impérios de um lobisomem que fosse um homem..."
Dentre todos os seres pavorosos com aspectos anatômicos humanos o Licantropo, também conhecido como Lobsimem, talvez seja o que afeta mais fundo as fantasias e medos do homem, tanto antigo quanto moderno.
O primeiro relato deste ser sobrenatural pode ter registro na Grécia antiga. Heródoto se referia ao "povo dos neuros"  quando falava de pessoas que por algum motivo ( inexplicável por ele), durante um período curto, em todos os anos, assumiam uma forma canina. Petronious, algum tempo depois, atribuiu o fenomêno astronômico da lua cheia à transformação do ser humano em lobo. O rei Likaon, segundo Ovídio, teria desrespeitado o deus Júpiter ao lhe oferecer carne humana em um banquete. Júpiter furioso com o insulto jogou uma maldição em Likaon transformando-o em cão, aqui teve origem o termo "licantropos - aquele que vira lobo".
Mas foi durante a idade média an Europa que o homem-lobo estabeleceu seu reinado de pavor. Na França ente 1520 e 1630 foram relatados mais de 30.000 casos de ataques ou aparições. Talvez o mais famos caso seja o de Pierre Bourgot, um pastor que foi julgado em 1521 por uma série de assassinatos brutais de jovens mulheres, o mesmo declarou que a noite se transformava em um lobo e isto o tornava incontrolável, daí vinham as mortes. Mas "naquela época na França, qualquer pessoa que tivesse muito pelo no corpo todo, com sombrancelhas grossas que se fundem, com as palmas das mãos muito ásperas e calejadas e com grandes olhos arregalados podia ser acusado de ser um lobisomem pela inquisição e, posteriormente condenado à morte ou à severos castigos, onde os crimes com extrema crueldade eram julgados equivocadamente como práticas de lobisomem."


"Em 1573, uma aldeia francesa nas proximidades de Dôle foi "palco de terror" das atrocidades de um grande lobo que matou e devorou parcialmente dezenas de crianças, constatou-se que o mesmo animal tinha uma enorme semelhança facial com uma pessoa chamada Gilles Garnier, sendo preso o mesmo confessou sob tortura que fizera pacto com um espírito maligno da floresta onde lhe dera um líquido que, aplicado ao corpo, transformava-o em um lobo - após o julgamento foi queimado vivo."
No Brasil existem várias versões da lenda do Lobisomem, "em alguns locais dizem que o sétimo filho homem de uma sucessão de filhos do mesmo sexo, pode transforma-se em lobisomem. Em outras regiões dizem que se uma mãe tiver seis filhas mulheres e o sétimo for homem, este se transformará em lobisomem. Existem também versões que falam que, se um filho não for batizado poderá se transformar em lobisomem na fase adulta. ". "

Em algumas regiões, o Lobisomem se transforma à meia noite de sexta-feira, em uma encruzilhada. Como o nome diz, é metade lobo, metade homem. Depois de transformado, sai à noite procurando sangue, matando ferozmente tudo que se move. Antes do amanhecer, ele procura a mesma encruzilhada para voltar a ser homem.
Em algumas localidades diz-se que eles têm preferência por bebês não batizados. O que faz com que as famílias batizem suas crianças o mais rápido possível. Já em outras diz-se que ele se transforma se espojando onde um jumento se espojou e dizendo algumas palavras do livro de São Cipriano e assim podendo sair transformado comendo porcarias até que quase se amanheça retornando ao local em que se transformou para voltar a ser homem novamente. No interior do estado de Rondônia, o lobisomem após se transformar, tem de atravessar correndo sete cemitérios até o amanhecer para voltar a ser humano. Caso contrário ficará em forma de besta até a morte."

Pelo mundo o homem-lobo é chamado por diversos nomes como:
Versipélio para os romanos;
Volkodlák para os  eslavos,
Werewolf para os saxões;
Wahrwolf para os alemães;
Óboroten para os russos;
Hamtammr para os nórdicos;
Loup-garou na França.

Fontes de consulta:
Suapesquisa;
Boca do Inferno;
Wikipedia

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Hotel da Caveira

Anos oitenta...Boqueirão...Curitiba...
Um prédio azul de três andares era foco de todo o tipo de personas.
Seu térreo era usado por comerciantes da região. Seus outros andares eram povoados por todo o tipo de  moradores do bairro. Em um dos apartamento residia uma uma moça que todos afirmavam ser ela uma bruxa. Os tempos se passaram e esta moça desapareceu. Algumas testemunhas afirmam que ela foi estrupada e morta por um desconhecido que a enterrou no porão do prédio. Algum tempo depois do falecimento da moça as coisas no prédio começaram a declinar. As lojas que estavam no térreo faliram. Os moradores foram aos poucos abandonando seus apartamentos por diversos motivos, ruídos, coisas que quebram, passos nos corredores de madrugada e etc.A lenda conta que apartir do abandono total do prédio, o fantasma da menina surgiu e começou a atrair vagabundos para oferecer-lhes drogas dentro dos corredores abandonados do prédio.

Por causa desta lenda os vizinhos apelidaram o prédio abandonado de "Hotel da Caveira". A lenda ainda conta que feiticeiros começaram a fazer vários tipos de rituais no local e vieram a morrer ali mesmo vitímas de overdoses ou da magia negra. Uma década se passou. O barulho e as brigas de madrugada dentro deste local chegaram ao máximo. Os vizinhos fizeram um abaixo assinado e o "Hotel da Caveira" foi demolido.
Registros da empreiteira que pôs o prédio abaixo contam que foi encontrado um esqueleto de mulher enterrado logo abaixo do primeiro piso do antigo prédio.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Lendas Sobre a Praça Tiradentes de Curitiba


Praça Tiradentes e o Cemitério Indigena
Vários lugares são dignos de lendas em Curitiba e um deles é a Praça Tiradentes .
Neste local localiza – se a catedral matriz da cidade . Porém , em frente a esta igreja , bem no meio desta praça , existem muitas pessoas que se perderam na vida , como : mendigos , bêbados e viciados em tóxicos .
Uma vez uma médium dizem que estas pessoas se concentram ali por causa da energia pesada do local . Pois há uma lenda que diz que a Praça Tiradentes já foi um cemitério indígena e depois foi um pelourinho onde muitos escravos recebiam castigos e vários deles acabaram morrendo . Segundo esta vidente , estes espíritos continuam por lá e atraem pessoas que se perderam na vida . Também há uma lenda que diz que a Guerra do Pente começou neste lugar
Na realidade , o marco zero de Curitiba se encontra na Praça Tiradentes . Dizem que Curitiba foi batizada lá numa mistura de ritual indígena com ritual católico .
Segundo o historiador Igor Chmyz há muitos tesouros arqueológicos nesta praça e mês que vem ele começa um trabalho de escavação e pesquisa lá . Conforme este cientista neste local havia uma capela construída em forma de palhoça de pau-a-pique , onde muitas pessoas foram veladas há trezentos anos atrás .
Tomara que este professor ache materiais históricos perdidos pela Praça Tiradentes pois será importante para todos os curitibanos em busca de suas raízes .

Fonte: Sobrenatural

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